Quanto às madeiras, inúmeras pesquisas foram realizadas para determinara quais seriam as mais apropriadas.
Nesses estudos, os principais aspectos enfocados foram peso, densidade, sentido e uniformidade das fibras e, acima de tudo, a pureza específica de grandes lotes de madeira, para se obter a máxima uniformidade em cada par. As espécies que melhor preencheram esses requisitos foram o Pau Marfim brasileiro e o Hickory norte-americano. Mas não é só a qualidade da matéria-prima que conta. O maquinário e as ferramentas para a fabricação das baquetas devem ser constantemente modernizados, com o objetivo de garantir a uniformidade e a perfeição de cada par, embora a confecção artesanal também possa atingir um alto nível de qualidade. É o caso das baquetas de xilofone ou vibrafone, que têm sua ponta enrolada e costurada à mão com lã ou linha e o miolo em madeira ou borracha de diversas densidades, para proporcionar timbres mais macios ou mais secos.
*American Hickory
Flexível e com grande resistência a impactos, a Hickory é a madeira preferida dos bateristas. Considerada pela maioria como a mais confortável para percutir.
*Marfim
Com ótimas características de elasticidade e densidade, produz uma sonoridade intermediária, mais macia. Maior custo/benefício.
*Brazilian Wood
O Roxinho é uma madeira pesada e dura, com ótima resistência, textura da superfície semelhante ao jatobá e brilho atenuado e que é normalmente, colorida.
*Eco Jatobá
Classificada como madeira de alto peso específico, baixa flexibilidade e alta resistência, a Eco Jatobá tem a superfície pouco lustrosa e textura menos lisa.
*Eco Bio
Possui volume e ataque ideais para quem prefere uma baqueta com menor diâmetro e empunhadura. Madeira pesada e dura, proporcionando muito ataque.
Fonte: batera.com.br e site Liverpool.
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